TRATAMENTO DA FEBRE AMARELLA SEGUNDO AS INDICAÇÕES DOS MAIS ACREIflTADOS MÉDICOS HOMCEOPATHAS SEGUIDO D,OS CONSELHOS HYGIENICOS publicados no « Jornal do Commercio » sob a’assignatura do digno Presidente da Junta de Hygiene Publica. OFFERECIDO AO POVO PELOS PROPRIETÁRIOS DA BOTICA CENTRAL H0MQ50PATH1CA 59 Rua de S. José 59 CASA DA VIUYA MARTINS & C. RIO DE JANEIRO Typ. da America, rua da Assembléa n. 36-A. 1873. FEBRE AMARELLA A côr amarella da pelle, e o,vomito de matérias negras são os principaes symptomas. O primeiro se manifesta ordinariamen- te pelo 3.° ou 4.° dia, algumas vezes desde o l.° ou 2.°; mas em alguns casos esta coloração não tem lugar senão no momento da morte, ou depois delia; mostra-se successivamente na face, no peito e sobre o resto do corpo; a côr amarella é ordinaria- mente bem pronunciada, mas também offerece um colorido de vermelho, de verde, de negro, ou de uma côr achumbada. Os vomitos começão em geral com a doença ; as matérias lan- çadas, são a principio viscosas e acidas, depois amarellas, ver- des, e côr de ferrugem ; tornão-se sanguinolentas, escuras, e negras nos dias, ou momentos que precedem a morte. Os symptomas geraes que acompanhão a coloração de ama- rello na pelle, são quasi os mesmos da febre pútrida; mas na febre amarella as hemorrhagias tem lugar, das fossas nasaes, da boca, do estomago, dos intestinos, da bexiga, das partes ge- nitaes, da conjunctiva, do conducto oxterno e do tecido cellu- lar sub-cutaneo. , A febre amarella tem 3 periodos muito distinctos, quando se desenvolve completamente, que são : 1. DE TRANSPIRAÇÃO. 2. DE EXTRAVASAÇÃO. 3. DE VOMITO PRETO. Segundo o estado do enfermo, no 1. periodo emprega-se aconitum, pulsatilla ou belladona. 2. » » MERCUR1US, NUX-VOM. OU BRYONIA. 3. >> » ARSENICUM, CARB-VOM. OUVERATRUM, Logo que o doente sente calafrios, dores de cabeça, nauseas, algumas vezes vomitos, deve mudar de roupa, recolher-se á cama, agasalhar-se com moderação e principiar a tomar os medicamentos, conforme os symptomas que apresentar a enfer- midade. f.° Periodo. ACONITUM, 3.» ou 5.® dy. — Febre, dôr de cabeça, pouca ou nenhuma transpiração, nauseas e vomitos: 6 gottas em 8 colhe- 4 res d’agua, para tomar uma colher de hora em hora* ou do duas em duas horas. PULSATILLA, 3.» ou5.a dy. — Dores violentas nas cadeiras, dores pelo ventre, vomites repetidos de mucosidades, suspen- são de ourinas e de evacuação: a mesma administração. BELLADONA, 3a ou 5a dy. — Soffrimento da garganta, dores violentas no epigastro, inquietação e delirios: a mesma admi- nistração. Na generalidade' dos casos, a'febre tem desapparecido, com algum destes medicamentos, no segundo dia da enfermidade. S.° Periodo. BRYONIA, 3a ou 5a dy. — Se houver dores pelo peito, dif- ficuldade de respirar, pouca febre, alguma espectoração pu- rulenta: 8 gottas em 10 colheres d’agua, uma colher de hora cm hora, ou do duas em duas horas. MERCURIUS SOLURILIS, 3a ou 5a dy. — Se a transpiração tem desapparecido, e o doente estiver inquieto, com aqjelle fres- ca e de côr amarella escura, pulso fraco, muita sêde, insomnia, delirios, ourinas ein pequenas gottas e muito amarellas, apre- sentando os symptomas de ictericia: a mesma administração da BRYONIA. NUX-VOMICA, 3a ou 5a dy. — Se houver algumas dores pelo ventre, muitas evacuações, ourinas em grande quantidade, po- rém quentes e amarellas: administra-se do mesmo modo da BRYONIA. • Neste casos ainda são applicaveis em 3a e 5a dynamisação dulcamara e bryonia, alternados de hora em hora, e preparados do mesmo modo. 3.° Periodo. ARSENICUM, 5a dy. — Havendo vomitos repetidos de billis verde-escuro, ou de mucosidades com estrias pretas ou mesmo de vomito preto, semelhante a borra de vinho, pelle secca e amarella escura, pulso pequeno e muito frequente, lingua ama- rella escura com manchas pretas, muito secca e aspera como lixa, especialmente na ponta, dores no epigastro, soluços, ver- tigens, evacuações pretas com tenesmos, caimbras nas pernas, ourinas cm pequenas gottas, muito amarellas : 6 gottas em 8 colheres d’agua, uma colher de hora em hora, augmentando-se o intervallo das doses á proporção das melhoras. CARBO VEGETABILIS, 3a ou 5a dy.—Havendo Aosse e espe- ctoração, muita debilidade, inapetência, alguma febre, muita transpiração e enfurna convalescença demorada : 6 gottas em 8 colheres d’agua, uma colher de duas em duas horas, ou de i em 4 horas, conforme a intensidade do mal. VERATRUM ALB., 5a dy. — Havendo febre, dores pelo ventre, gargarejo em todo o ventre, seccura, vomitos pretos, anciedade e delírios : a mesma administração que com os me- dicamentos anteriores. Neste periodo ainda são applicaveis os seguintes medicamen- tos alternados: Nos vomitos pretos. PLUMERIA E VERATRUM, ARGENT. NITRIC. E CACTUS OP., LAURO CER. E ARSENIC., ARSENIC. E GARB. VEG. Ainda nos casos mais graves e já desesperados: riius. e PHOSPH. AC., LACHES. e STRYCHININ. Qualquer destes medicamentos preparão-se : 6 gottas em 8 colheres de agua,e tomão-se alternados, uma colher de ehá de meia em meia hora. Nas liemorrliagias. O principal medicamento é tapychin-tan. em 3.a dyn., 8 gotas em 6 colheres de agua, uma colher de chá de quarto em quarto de hora Pela mesma fórma se applica o melanus, e na mesma dynam. e quantidade. Em casos rebeldes, applicão-se alternados estes dois medica- rtientos, preparados da mesma fórma, sendo administrados de meia em meia hora. Ainda são applicados alternados: ergot. e chin., alum1. e ba- ryt. carb. A administração é igual á que acima vai indicada. Note-se/: ' Na applicação de qualquer destes medicamentos, e em qual- quer dos casos, é necessário não haverprecipitaçao, guardando sempre um espaço sufficiente para a acção do medicamento ; mas também não convém que este .espaço seja tal, que deixe a moléstia progredir. A dieta não deve passar de caldos de franga, e para bebida, agua pura ou com assucar. Conselhos Hygienicos pela Junta de Hygiene Publica. A j unta central de hygiene publica, como é de seu dever» tem, sempre que grassa uma epidemia, dirigido-se aos seus concidadãos indicando-lhes os meios prováveis de preserva- rem-se dc seus ataques; e comquanto dovão ainda estar na memória do publico esses conselhos, entende todavia ajunta que, não sendo improfícuas as repetições em taes emergen- cias, deve -rememorar em poucas palavras as precauções que cada um individualmente pode tomar por occasião da actual epidemia de febre rmarella que vai se desenvolvendo, pondo de parte a exposição das grandes medidas de salvação publica, que são da competência da administração superior, e que têm sido postas em pratica á requisição da junta central de hygie- ne publica e da inspecção do saude do porto. As cautelas, pois, que a junta julga dever especialmente in- dicar neste trabalho são as seguintes : 1 -a Conservar no maior asseio possivel as habitações esuas dependencias, taes como áreas, quintaes, lojas, cocheiras, etc., fazendo-as varrer lodos os dias, expondo-as constantemente á ventilação durante o tempo secco, ou em que não reinem os ventos sul e sudoeste acompanhados de chuvas copiosas. 2. Lavar as casas uma ou duas vezes por semana com agua simples ou com sabão, e com agua chloruretada se a epidemia fôr ganhando intensidade. Naquellas em que se der algum caso de moléstia reinante convém recorrer-se logo ás aspersões com chloro ou com agua de Labarraque, e, melhor ainda as fumigações de enxofre ou salitre. 3. a Remover do interior das habitações ou de suas dependen- cias tudo quanto possa contribuir directa ou indirectamente para a corrupção e viciação do ar atmospherico, e evitar o ma is possivel a accumulação de aves, de animaes domésticos, de matérias estercoraes, de aguas servidas, e finalmente de todos os residuos vegetaes ou animaes. 4. a Caiar de vez em quando as paredes do interior das casas e dos quintaes, principalmente quando estas forem húmidas, ou estiverem pouco asseiadas e impregnadas de substancias nocivas á saude. * 5. a Evitar agglomeração de muitas pessoas em pequeno espaço para dormirem, de sorte que os donos das fabricas, armazéns e outros estabelecimentos, que demandão maior ou menor concurso de individuos, deveráõ sobretudo velar espe- cialmente pela saude de seus empregados, fâmulos ou escravos, não os obrigando a trabalhos excessivos, e proporcionando-lhes dermitorios ou aposentos vastos, bem arejados, seccos e suffi- cientemente asseiados, e não proximos a algum deposito de immundicies. 7 6. a Empregar fumigações repetidas com enxofre nos quartos, ou outros logares em que tenha suecumbido algum doonte, fazer caial-os, e abandonal-os depois por dous ou mais dias á ventilação e arejamento. 7. a Dormir, sendo possivel, nos aposentps da casa mais espa- çosos, e em que penetre maior somma de luz e de ar durante o dia, e remover delles as roupas sujas que tenhão servido durante o trabalho ou quaesquer outras. 8. a Passeiar ao ar livre e puro pela manhã, ou á tardinha, procurando-se de preferencia os logares elevados, sem comtudo levar-se o exercido ao ponto de fatigar, porque então poderá tornar-se prejudicial. 9. a Resguardar o corpo da humidade e das variações atmos- phericas, usando-se roupas apropriadas ao tempo ; ter cuidado de mudal-as logo que se chegue suado á casa, afim de evitar a suppressão rapida da transpiração, que pode constituir-se uma causa occasional da moléstia; e ordenar que sejão esten- didas fora dos aposentos de descanso, e em lugar bem arejado, as roupas suadas, maxime as de lã ou seda, as quaes mais facil- mente se deixão impregnar dos miasmas infectuosos. 10. Usar de banhos geraes simples ou alcalinos que entrete- nhão a limpeza da pelle, podendo elles ser mornos ou frios, se- gundo o habito de cada um, mas com moderação e com as devi- das cautelas para não dar lugar ás impressões súbitas de variada temperatura, e nunca achando-se o estomago em estado de plenitude. 11. Usar de uma alimentação substancial e de facil digestão, assim como um pouco de vinho generoso (havendo o habito de bebê-lo) na ocasião da refeição; evitar cuidadosamente as su- bstancias indigestas, as fructas mal sazonadas (principalmente acidas), os legumes, as carnes e peixes salgados, etc., e emfim os excessos da gula e o abuso de bebidas espirituosas ou gela- das, pois que a observação tem demonstrado que a bebedice e a glotoneria concorrem para a mortandade nas epidemias com um contingente proporcional ao da miséria das classes a que fallecem os meios de asseio, de uma alimentação saudavel e abundante, e emfim todas as còmmodidadcs da existência. 12. Fugir de todas as causas que possão excitar paixões vivas ou deprimentes, desterrar do espirito o temor exagerado da epi- demia, e não empregar contra esta eacesso nas precauções, por- que tudo isto pode ser tão prejudicai quanto a coragem; a con- fiança e a tranquilidade são disposições favoráveis para arredar ou attenuar o impcto da epidemia. 13. Se nas circunstancias ordinárias da vida o somno é indis- pensável para a reparação das forças entibiadas pelos trabalhos diários, e para conservação do perfeito equilibrio das funcções da economia, torna-se evidente a necessidade, quando reina uma epidemia mortifera, d.e deitar-se a horas convenientes não frequentando assiduamente os theatros, os bailes e outras quaesquer reuniões que se estendão até alta noite, porque além da fadiga qué causão os divertimentos prolongados, e dos ex- cessos a que elles dão lugar algumas vezes, occorre o grave in- conveniente de se expôrem seus frequentadores á acção nociva do sereno, e de respirarem durante muitas horas um ar viciado não só pela agglomeração de numerosa quantidade de pessoas, como pela combustão das matérias empregadas para a illumi- nação das salas. 14. Aos primeiros signaes de qualquer indisposição, cumpre fazer logo applicação dos meios therapeuticos convenientes, para que não succedão males maiores, e talvez irremediáveis ; e por isso os chefes de familia, e aquelles que tiverem sob sua depçndencia muitas pessoas, deverão todos os dias pela manhã, ter o cuidado de indagar minuciosamente do estado de saude de seus subordinados, providenciando incontinenti, conforme as circunstancias o exigirem. 15. O uso de purgantes, e de outros meios não aconselhados pela medicina,’ mas imbuidos pela especulação no animo do povo; uma excessiva abstinência, e a mudança súbita de hábi- tos inveterados com que nãó tenha soffrido detrimento a saude de quem os tenha, e tudo isto no intuito de prevenir a moléstia, são prejudiciaes, e podem antes contribuir para o effeito oppos- toáquelle que se deseja alcançar. 16. Finalmente, naquellas casas em que já estiver funccio- nando o actual systema de esgoto, devem-se manter sempre no maior asseio as latrinas e bacias de aguas servidas; nãó esque- cendo a condição essencial de conserva-las constantemente com certa quantidade de agua limpa, para que não tenha lugar o desprendimento de gazes fétidos, como tão commummente siv- cede por falta dessa cautelas ; naquella, porem, em que tal sys- tema não estiver ainda em pratica, as vasilhas que servem de receptaculo das matérias excrementicias deverão ser conser- vadas hermeticamente fechadas, convenientemente limpas e collocadas fóra das habitações, ou pelo menos longe dos dormi- torios, e desinfectas pelos meios Já conhecidos, sempre que for isso possivel. * La íiebre amarilla y ls» ciu- convalescieiile—En el Jornal de Comercio de Rio Janeiro y en su número del 8 de Abril, encontramos un juicioso ar- tículo de un distinguido médico brasilero, que publicamos á continuacion: «Una epidemia mortífera, como ek ia fie- bre amarilla, pierde su fuerza destructoray deja de producir horror cuando es conocida y son conocidos los médios de cortaria; este fuéy estodo nuestro empeno. Hoy que la fiebre amárilla ha casi desaparecido de esta ciudady que una 'décima parte de esta po- blacion se halla en una buena y segura con- valescência, es necesario afirmar |bien nues- tras ideas sobre este mal que tanto ha flaje- lado nuestras ciudades. «La esperiencia ha demostrado que la fie- bre amarilla desaparece á los 25° centígrados de calor atmosférico y que se desarrolla á los 27° centígrados para arriba. «Este mal epidémíco presenta tres formas muy distintas, forma ictheroide, por el der- ramamiento general de bílis; forma emorrá- gica con el vómito negro; forma perniciosa, Iataca los órganos abdominales, ó neurno- ! gástricos. i aLa forma hemorrágici con el vómito ne- gro es el tipo mas conocido por los médicos brasileros. | «Para combalir y curar la fiebre amatilla, íluego que se maniílesta con los sintomas, va- hidos y dolores de cabeza, vómitos biliosos y fiebre basta el Acónito, en el segundo dia la Bellacona, en la generalidad de los casos, el doliente queda curado; si pasa el segundo período, tomará el Arsénico; si continúan los vómitos, el Mercúrio; de H, si el hígado es mas atacado. «Esen el tercer período cuando los sinto- mas se presentan gra\ísimos, y por raucho tiempo considerados raortales. El tífus icth- roide cede y se cura con el Phosac, el Arsé- nico y el Ch-ox-s; las heraorrájias y el vómi- to negro se curan con la Ercjotina, la forma perniciosa se cura con el Ch-ox-s y el Phosac. «La Plumeria es un medicamento precioso para combatir en muchos casos las hemor- ragias por la nariz y por la boca. «El tratamieuto pronto y seguro seguido; por todos los médicos homeópatas, libróaún en 1873 esta gran ciudad de Rio Janeiro de los horrores sufridos en Bueuos Aires, que, con una poblacion menor, perdió mas de 30 mil indivíduos durante la epidemia de la fiebre amarilla. «Aqui todos lomaron el Acónito, lodos se curaron á tiempo; allí todo fué confusion, horrores y mortandad; dêmos, pues, gracias á Dios. " á lodos que guarden la re- --Tta, cemo una leyenda de fa- ~'{tpn de generacion en lo futuro para • v.r Cil l/l Uil Cl '• > lu/ \ J V V w.«/ V/ X U I«tr :. / ii Li 4 1. y los inarineros de la misma Juan Cruz y Maciel Giovani para que en el término de d tilas contar desde ia facha se presenten an- te S. S. por mediode la oficina del que sus- cribe á prestar declaraciones en un sumario que se instruye sobre defraudaeion de reatas íiàdonaíes, bajo nperçibimiento de lo que hu- biese lugar por derecho en caso de no pre“ sentarse.—Buenos Aires, i\larzo ifc ie 1873.— Rayimi&do Mune-ta. Ã los herederosy acree- <1 <■»■*<*S (í o S>. Antonlo íiluSett. El senor J(*ez de prirnera instancia en lo civil Dr. D. Hcnorio Marttel, ha dispuesto se cite liame y emplace á lodos los que so conside- re n coíi derecho á los bienes quedados por rauerte da D. Antonio AIulett ya sean corno herederos 6 acreedores para que dentro dal término de treinta dias cafpparezean ante S. S. por intermédio de la Secretaria del que suseribe á dedncir los derechos que erean ; corresponderles bsjo apercibienío de loque haya lugar.—Buenos Aires, Abril 15 de 1873. I6*02p30-' METEIS® Medicamento Homueopatico iNOYAMENTE DESCOBERTO Dartrine: medicamento recéntemente descoberto, para a cura radical, e completa de enfermidades da pelle, dartros, manchas, pannos e boubas, sendo o primeiro depurativo. USO INTERNO ti gottas de tintara mãi em seis colheres de sôpa, de agua, para tomar-se duas colheres de manhã e duas ao deitar-se. Ponha-se um pouco de tintura mãi em um vaso apropriado e com um pincel unte-se os dartros cinco ou seis vezes ao dia. Tem a propriedade este medicamento, de combater o mal no ponto em que se acha localisado: sem receio de atacar qualquer orgão interno.