>£Ürc&x*« tf THESE saass f/ r, i/srf/c" cs s/j/cf-c* //?s a > .✓■ ^ f^ÃÜà 4 V.(\;V THESE QUE SISTEMA EH IVOVE9IBRO HE 1S90 PARA OBTER 0 GRÁO DE DOUTOR EM MEDICINA PELV FACULDADE DA BAHIA João Cancio Nones de Mattos 5ifl.\> (kiilimo \ )oão Cancio %ikj De Jlbalioí e 2V Jlbcuia Jlo-Sa \- Jbaluv) NATURAL 0E8TA PROVÍNCIA. La plus haule mission de llioiume, après celle dn scrvicc des autels, c'est d'être prêtr* du feu sacrc* de Ia vie, dispensateur des plns beaul dons de Dieu, et maílre des forces occulles de Ia Ature, c'est à dire d'être médecin. (HcfelaND ) :,L •- y ___— BAHIA TYPOGRAPHIA DE J. G. TOURINUO IS90, FACULDADE DE MEDICINA DA BAHIA. DIRECTOR O Ex.mo Snr. Conselheiro Br. João IIti£»lial*t (tos A*»Jos. VI©ü-©3aiE©T@l» 0 Ex.mo Snr. Conselheiro Dr. Vicente Ferreira de Magalhães. OS SnS. DOUTORES I.*ANNO. MATÉRIAS Qllí LECCIONAJI . r. • j,n..»n,sn, í Physica em geral, o particularmente em suas Cons. Vicente Ferreira de Magalhães . >{ a,>Dlicaçõcs á Medicina. Francisco Rodrigues da Silva.....Chimica e Minernlogia. Adriano Alves de Lima Gordilho . . . Anatomia descripliva. ».• ANNO. Antônio de Cerqueira Pinto.....Chimica orgânica. Jeronymo Sodré Pereira . ... . Physiologia. Antônio Marlano do Uomfim.....llotanica e Zoologia. Adriano Alves de Lima Gordilho. . . . Repetição de Anatomia descripliva. 5.* ANNO. Cons. Elias José Pcdroza......Analomia geral epathologica. José de Góes Sequeira.......Palhologia geral. Jeronymo Sodré Pereira......Physiologia. 4.* ANNO; Cons. MitiocI Ladisláo Aranha Dantas. . Palhologia externa. ................Palhologia interna. Conselheiro Mathias Moreira Sampaio [ ^Jg Ue »™lhcres pejadas e de menlr.os ».• ANNO. ..........•..;.. Continuação de Palhologia interna. José Antônio de Freitas......J ATppSh0(^8^a,,llU:a, MwHC,l,a operator,a-e ....,....,......Matéria medica, e therapeutica. 6.' ANNO, ........:.......Pharmacia. Salustiano Ferreira Souto......Medicina legal. Domingos RodriguesSeixas.....Uygiene, e Historiada Medicina. ................Clinica externa do 3.' e 4.» anno. Antônio Januário de Faria......Clinica interna do 5.* e 6.* anno. u« Rozcndo Aprigio Pereira Guimarães. .") lgnacio José da Cunha......./ Pedro Ribeiro de Araújo......> Secção Accessoria. José lgnacio de Rarros Pimenlel • . .1 Virgílio Clymaco Damazio.....) José AfTonso Paraizo de Moura. . . .\ Augusto Gonçalves Martins.....j Domingos Carlos da Silva......> Secção Cirúrgica. Demetrlo Cyriaco Tourinho.....'< Luiz Alvares dos Santos......( .............> Secção Medica. O Sr. Dr.Cincinnnto Piuto Ma4 jiouto. MB MIMiKAB flâl Jbccátal um aüiaco c um jjtoteito ?c auiUatfe íiuccia Da voMtf iobúnve. «ReArclfo e eitlma. Uiatiíòo e wdreita. AOS MEUS PRIMOS E PREMAS Jlbuita atui-a?*:. AOS MEUS AMIGOS t'\.>itipii(}i;it\>i* quanto ute c Doloieia a lacuna D eata Ibeie calando u-ut uouw qu« poSia SoLiaf-a; poum nue impoita, íí t'i>te nome wlá gtavaDo cuv uiea colação? !.....,.., AOS SENHORES TYPOGRAPHOS AMIGOS DE MEU PAI C, latirão, couauYiação t estima. A(D3 (BíDUiMMlIâ 3)2 SEM IPM Jbtta conciliação, muita Ciliina,, .Dw> 9Wv>ito. AOS DSEUS COLLEGAS DOUTORANDOS tIiu a?<> 3< imffiCiA Dl SYPD1LIS SOBÍÍE A MARCHA DA PÍ1E1EZ, INTRODUCÇAO, Nous voyons en eflet que Ics médccins de Icus lmps, de loules los sedes, de loutes lcs écolcs, se rencontrent égaux et unis dc- vant le lit du malade. (Jaccold). UM principio conhecido por todos, que a natureza de um vegetal depende da natureza da semente que o produzio; porem também não é menos real que a qualidade do terreno ^W$^W£0U do meio em que elle germinou, muito influe nas suas ^rflp^ propriedades, dando-lhe algumas que elle não gosava ou ir^lfcpÉfe tirando-lhe outras que elle possuía. Se isto é verdade para os vegetaes, não o é menos para os animaes, e todos sabem a grande influencia que tem o ele- mento gerador masculino e o elemento gerador feminino sobre o novo producto da fecundação, e ainda o poder que tem sobre as suas propriedades e o seu desenvolvimento o meio em que elle vai operar a sua evolução, Se a fecundação é o resultado do contacto intimo do espermatozoide com o óvulo, é claro que sendo estes principios ou um delles viciados em suas qualidades, oprodueto da fecundação também o será; porém se _ 4 — este producto ainda que intacto em seus elementos de formação vive em um meio que não lhe presta os elementos necessários a seu desenvol- vimento, ou se os presta elles são alterados em suas qualidades, este novo ser pára em sua evolução, ou se a conclue se acha notavelmente modificado em sua organisação. £ assim que as differentes cachexias de que os pães são atacados, como a syphilis, a phthisica, a escrofula, o cancro, etc. levando os seus estragos até os elementos da geração, transmittem-se ao producto pro- creado, ou simplesmente em forma de diathese, como acontece para as três ultimas moléstias referidas, ou em substancia na própria moléstia, como no caso de syphilis. É assim ainda que se uma mulher, contendo em seu ventre a produ- cto da concepção intacto em seus elementos de formação, é atacada de uma destas cachexias, o movo ser soffrerá os seus terríveis effeitos, ou por falta de elementos necessários para o seu desenvolvimento, ou por que elles se achem alterados em suas qualidades. Estos princípios que acabamos de expor são verdadeiros, porém desde já digamol-o que não são absolutos. D'entre estas diíFerentes cachexias ou moléstias constitucinaes que podem complicar a prenhez, a syphilis é sem duvida uma das mais pe- rigosas. É quasi sempre actuando sobre o producto da concepção, ou alteran- do profundamente a saúde do feto, que ella torna-se terrivel em seus effeitos. Por três differentes modos pode o feto herdar o virus syphilitico: Por transmissão materna, por transmissão paterna, ou por ambas as manei- ras ao mesmo tempo. Descreveremos suecessivamente estes três modos de transmissão da syphilis e sua influencia sobre a marcha da prenhez ern cada um delles. — 5 ~ PRIMEIRA PARTE. Transn&issâo da syphilis materna-.—-Sua influencia sobre a marcha da prenhez. Todos os auetores estão de accoroV) sobre este meio de transmissão da syphilis ao feto. Também elle é o mais freqüente e o mais geralmente acceito. Para que se dê esta transmissão, não c necessário que a mulher esteja sob a influencia de uma manifestação, basta a dialhese. Certamente teríamos dicto melhor, se em lugar da palavra diathese tivéssemos empregado a expressão, de syphilis latente ou em estado do incubação, pois não se pode dar este nome ao estado de um organismo que conserva em si oceulto um principio virulento, que mais tarde se ma- nifestará, ou que ja tendo-se manifestado, dorme ainda no organismo para despertar em uma epocha ulterior. A infecção pode vir de uma syphilis constitucional anterior a concepção ou da verola adquirida durante a prenhez. Todavia Mandon nega que a transmissão se dè no segundo caso, mas os argumentos por elle apresentados não são valiosos, pois que se no primeiro caso admitte-se a infecção do óvulo, no segundo não é menos admissível a do sangue materno donde o feto tira os materiaes para sua nutrição, e então p rque não admittir que esse sangue assim alterado possa ir contaminal-o? Depois factos numerosos tem sido observados em que a syphilis adquirida pela mulher durante o estado de gravidez se tem transmittido ao novo producto, taes como os factos referidos por Diday, Trousseau e outros. Para aquelles que admittem a infecção depois da fecundação, ainda o desaccordo reina entre elles, quando se tracta de saber até que epocha da prenhez esta infecção é possível. Assim para Ricord ella é só possível até o sexto mez, para Abernethy até o sétimo, para Cullerier durante toda a gestação. Com effeito ao passo que a prenhez vai se adiantando, as probabilidades de infecção vão se tornando menores, por quanto as - G — relações entre o feto e a mulher vão sendo menos intimas; porém estas relações persistem até o momento do parto, a troca entre o sangue materno e o sangue fetal não cessa, e por conseqüência a infecção se pode dar durante toda a gestação. Quanto a influencia da syphilis sobre a marcha da prenhez, se pode dizer que ella não a perturba sensivelmente na maioria dos casos, e que commumente o parto é de termo, dando lugar a expulsão de um menino morto; porém se assim é nos casos mais communs, também não é muito raro ver a gestação se terminar poi>um aborto ou parto prematuro, e é um facto assignalado por todos os parteiros antigos e práticos modernos, que a syphilis é uma causa de aborto e de parto prematuro, de modo que podemos formular com Niemeyer os dous princípios seguintes: Quando uma mulher atacada de syphilis constitucional torna-se grávida, o feto morre antes de termo e o aborto ou o parto prematuro é a conseqüência. Se durante o estado de gestação uma mulher ainda que bem disposta vem a soffrer de syphilis secundaria, ha expulsão do feto por um aborto ou parto prematuro. Em ambos os casos a decomposição do feto impede de observar-se os signaes da verola. Já vimos que o menino muitas vezes nasce morto e de termo; então é possível algumas vezes observar-se os symptomas da verola, e outras vezes o definhamento do feto é a única anomalia notada. Nos casos raros em que o menino nasce vivo de termo ou pouco antes do termo, elle pode trazer já o germen da moléstia, que brevemente se manifestará ou que já se acha declarada, destinando-o a uma morte pró- xima; então serão notados os signaes da verola próprios do feto, como: O pemphygus, as suppurações do thymus e dos pulmões, as alterações do fígado e do peritoneo. « O pemphygus, diz Trousseau, começa tão poucas horas depois do nascimento que elle era evidentemente preparado por uma disposição intra^uterina » São bolhas cujo volume varia desde o de uma pequena ervilha até o de uma avelã. Elias se rachão deixando em seu lugar ul-» corações de máo caracter. Em um caso por nós observado, estas bolhas tinhâo sua sede nos pés na face plantar, nas mãos na face palmar, ao nivel das articulações pha- langianas, nas extremidades dos dedos e nos braços nas articulações do cotovelo; Notamos esta aureola azulada que cereão as bolhas de que falia o auclor acima referido, e o liquido contido nellas não era nem a soro-: sidade citrina, nem o liquido sanguinolento de que folião os auctores, po- rem pus espesso. Consideramos taes lesões como pemphygus syphilitico, não só por que a mãe do menino estava em plena phase de accidentes secundários, como também por que o menino apresentava este aspecto, e do lado da pelle as modificações próprias dos meninos syphiliticos das quaes adiante folia- remos. Segundo a informação da mulher, o pae do menino também sot- fria de syphilis, pois dizia ser elle quem lhe tinha communicado a molés- tia. Eis um facto que prova que o aborto nem sempre será a conseqüên- cia da syphilis, mesmo quando se achem reunidas todas as condições favoráveis para este íim, como neste caso. Taes bolhas pemphygoides para P.Dubois são de natureza syphilitica, pois que encontrou-as coincidindo as mais das vezes com syphilides e ao mesmo tempo os paes de taes meninos apresentavão sempre anteceden- tes syphiliticos, e em fim que o tratamento mercurial faria desappare- cel-as. Quanto as alterações dos thymus ha o o seguinte: o órgão exterior- mente parece são, porem corlando-se e se o comprimindo elle deixa sahir um sueco semi-liquido de um branco amarellado com os ca- racteres do pus. Este pode se achar infiltrado. Outras vezes são focos disseminados apresentando núcleos inflamatorios. Gubler tem também descripto no ligado uma alteração fibroplaslica que pode ser geral ou parcial—Quando geral a glândula é toda hyperlro- phiada, elástica e dura, de cor amarella pallida. Quando a alteração é par- eial, ella é constituída por um núcleo amarello claro de volume variável, distinguindo-se por sua cor das outras partes do fígado. Simpson diz ter encontrado no peritoneo inflamações e derrames, que elle considera-os de natureza syphilitica. Tem-se assignalado também no cérebro alterações que Faurés consi- dera-as especificas. Até aqui temos visto a syphilis ter uma influencia funesta sobre a marcha da prenhez actuando gravemente sobre a saúde do feto e por isso diz Trousseau: Quelques notions que garde Tavenir, il n'en est pas moins bien établi experimentalemant que 1'avortement syphilitique a pour cause Ia mort du foetus dans le sein de Ia mère. Porém nem sempre assim é. É assim que a syphilis atacando profun- damente o organismo da mulher, vai enfraqueceudo-a cada vez mais, e — 8 — estabelecendo uma cachexia profunda em virtude da qual a mulher não podendo mais prestar os elementos necessários ao desenvolvimento do novo ser deixa, na phrase do illustre Caseaux, incompleta a obra começada. Entre as differentes ulcerações que Richet tem encontrado no colío do utero das mulheres pejadas na primeira metade da prenhez, algumas tinhão uma tendência a produzir accidentes graves, e entre estes o aborto; ora ellas parecerão a Caseaux semelhantes algumas vezes as que elle observou no ultimo período da gestação e pelos seus caracteres elle as considerou de natureza syphilitica, anteriores a concepção e antigas: diz elle então, semelhantes ulceras pela irritação que ellas soflrempelo coito muito repetido, e pela fadiga, podem provocar a contractilidade uterina e consequentemente o aborto: eis ainda uma maneira por que pôde a verola influir na marcha da prenhez produzindo o aborto. Esta influencia não parece ser a mesma para todos os períodos ou es- pécies de accidentes syphiliticos; assim se os accidentes secundários são os mais transmissíveis ao feto, é de crer que elles tenhão uma influencia mais perigosa sobre a marcha da prenhez do que os outros. Ha mesmo quem diga que os accidentes terciarios não transmittem a syphilis ao feto, mas sim a diathese escrofulosa: eis uma opinião não acceitavel que segundo Basin é contraria a observação e aos dados da pa- thologia geral. Accidentes primitivos puramente locaes não tem influencia alguma sobre a marcha da prenhez, e só durante o parto pôde dar-se a infecção por contagio quando o feto atravessa a vulva; infecção esta pos- sível, é verdade, porém muito rara, já por que as secreções mórbidas são lavadas pelas águas do amnios, já pelo unto sebaceo que revestindo o feto impede-o do contagio, de modo que é mais façil os parteiros con- trahirem cancros nos dedos pelo toque do que o menino infectar-se na passagem. Quanto mais antiga é uma verola tanto menor é o perigo para o feto, consequentemente tanto menos perigosa é a sua influencia sobre a marcha da prenhez. Todavia se tem visto ella se manifestar em mulheres que se julgavão curadas. Dévilliers diz que sua observação particular lhe tem demonstrado que ps symptomas de uma syphilis latente na mulher reapparecião ordina- riamente desde os primeiros mezes de cada prenhez, de maneira que — 9 — podemos dizer que se a syphilis influe sobre a gestação, esta influe sobre aquella; e se bem que, como diz este ultimo auctor, de todas as moléstias constitucionaes a syphilis seja aquella que causa mais freqüentemente o aborto, esta influencia, fatal em uma primeira ou segunda prenhez, pode apagar-se completamente nas seguintes sem deixar traço algum de sua passagem. Este resultado promovido pela natureza, pode ser também realisado pelo homem d'arte, pois que as prepara, ões mercuriaes applicadas con- venientemente podem debellar esta influencia nociva, ou impedindo pela cura materna a infecção do feto, ou sustando os seus progressos e mo- dificando-os notavelmente quando esta ja se tem dado. Nem todos pensão assim, e um pequeno numero de auctores attribuem ao mercúrio os effeitos da syphilis, dizendo que elle tem a propriedade de produzir o aborto. Tal opinião não se funda em dado algum rasoavel. Se elle é abortivo, o é como outro qualquer medicamento dado em dose venenosa, e a therapeutica não conhece medicamento algum que se possa chamar verdadeiramente abortivo. Factos numerosos, experiências bem concludentes conspirão contra esta opinião e provão a salutar influencia do mercúrio nas mulheres pejadas atacadas de syphilis. Se elle cura a syphilis, se é bem estabelecido que a syphilis é uma causa de aborto, é claro que elle previne o aborto nas mulheres syphili- tieas. Assim diz Dunal que as mulheres syphiliticas que não erão tratadas pelo mercúrio ou que o tinhão sido incompletamente abortavão ou parião antes de termo meninos mortos ou infectados, ao passo que as que tinhão soffrido um tractamento bem regulado, em um grande numero de casos o successo era completo tanto para a mãe como para o menino. O iodureto de potássio também deve ser associado ao mercúrio pois como diz Langlebert: La syphilis héréditaire, il ne faut pas Toublier, est, en quel que soTte, le resume complet des lesions constitutionelles de tout ordre et de tout âge qui composent Ia syphilis des adultes. Bouchut aconselha o protoiodureto de mercúrio. 1 — IO — SEGUNDA PARTE. Transmissão da syphilis paterna.—Sua influencia sobre a marcha da prenhez. Os incansáveis soldados do progresso não parão, cada dia emprehen- deni novas expedições, e cada dia a sciencia se enriquece de novos fa- dos, graças aos seus árduos e constantes esforços. É assim que a questão da transmissão da syphilis paterna não pode ser posta hoje em duvida em vista dos numerosos factos que possue a sciencia actualmente. Negada por Cullerier, Notta, Follin e outros ella tem sido sustentada e provada por auctores eminentes como: Trousseau, Diday, Depaul, etc. Não sei porque a transmissão paterna, tão admittida para outras cache- xias, como a phthisica, a escrofula, o cancro e outras, deve ser negada em relação a syphilis, moléstia que altera tão profundamente o sangue, como se sabe? Não sei porque n'este caso o liquido prolifero não ha de parti- cipar da mesma alteração do sangue donde elle emana, e não poderá ir contaminar o novo ser de que elle vai ser um dos seus elementos de formação? Quanto a nós a transmissão da syphilis do pae ao filho não pode ser negada: ella pode dar-se, e se tem dado. Ahi estão os factos observados de meninos syphiliticos, cujas mães nun- ca soffrerão de syphilis; de senhoras casadas de cuja probidade não se pôde duvidar, e que entretanto os seus filhos apresentavão todos os si- gnaes da verola confirmada, achando-se estes meninos nas melhores con- dições hygienicas. . . ..n. Donde pois provem esta syphilis de que soffrem os meninos senão xle seus pães? E nem se diga que os pães transmittirão ás mães, e que estas por sua vez aos filhos, por quanto estas mulheres sujeitas á exames rigorosos nunca forão atacadas de uma tal moléstia. Ainda isto pode ser provado exuberantemente pelo facto observado de _ M — uma mesma mulher dar nascimento a meninos sãos ou verolados segun- do que erão procrcados por um pae indemne ou syphilitico. Simon, citado por Diday, apresenta dous factos em que a influencia paterna na transmissão da syphilis ao feto é provada claramente. Diz o primeiro auetor que uma mulher syphilitica dava a luz a meninos syphi- liticos ou sãos segundo que estes meninos erão filhos do homem que tinha infectado a mesma mulher ou de outro; como este mais outro fa- cto foi observado por elle. Ainda ha pouco eu tive oceasião de observar um facto do gênero dos primeiros acima citados. Era um menino cuja apparencia ou aspecto era realmente aquclle referido pelos auetores nos meninos syphiliticos—o de um pequeno velho; apresentava erupções por todo corpo, ulcerações no prepucio e na glande, no ânus placas mucosas; entretanto sua mãe não tinha indicio algum de syphilis; tinha uma bella apparencia, não apre- sentava manchas na pelle; nada indicava nella a passagem da syphilis, e ella mesma apesar dos meus exforços para ver se nella colhia algum dado, declarou-me que nunca soffrcra de moléstia alguma. Perguntando- Ihe que moléstias soffrera o pae do menino, ella disse-me que quando delle tivera tal filho, elle estava soffrendo de moléstias syphiliticas. Como este, muitos factos análogos tem sido presenciados por vários auetores. Entretanto alguns observadores interpretando mal os factos apresentão experiências que a nosso ver nãó infirmão a nossa these. D'ellas todas a mais valiosa é a do Dr. Notta em que elle apresenta factos de meninos sãos, sendo os pães verolados e as mães indemnes, outros em que as mães erão doentes, sendo os pães sãos, os meninos sahião infectados e emfim ambos os progenitores erão syphiliticos e os filhos também. Para nós estas observações provão simplesmente que: A infecção sy- philitica do feto por transmissão paterna pode deixar de dar-se, que ella é mais difficil de realisar-se do que por herança materna, e consequen- temente que os factos de infecção do feto no primeiro caso são mais ra- ros do que no segundo. E assim deve ser. Sem duvida alguma as relações que nos liga a ma- ternidade são por certo mais intimas, nesta primeira phase da vida, tão intimas que o grande Ricord assim se exprime: Le fcetus, qu'est-ce autre chose, si ce n'est une sorte de organe de Ia mère, liée à elle par des íiens de Ia plus intime vascularité, vivant de sa vie et de son sang; mère, fce- tus, n'est-ce pas tout un, n'est-ce pas Ia même solidarité vitale qu'il est - 12 — impossible de rompre? E isto é tanto mais verdade quanto a infecção do feto por herança materna é possível no momento da concepção, como lambem durante a gestação; por herança paterna só o é no momento da concepção. Por ahi se vê que no primeiro caso a infecção é mais prová- vel do que no segundo. Os factos negativos de transmissão paterna referidos pelo Dr. Notta não provão que o pae não possa legar a seus filhos o mal venereo, e so- mente demonstrão que quando se tracía de herança nada ha de absoluto e invariável, e que neste ponto a syphilis segue a lei de todas affecções hereditárias. Quanto a infecção do feto pelo focto de uma mulher grávida ter co- habitado com um homem verolado sem que ella soffra a moléstia, é uma hypothese gratuita que não merece ser discutida. A transmissão da mo- léstia do feto a sua mãe quando este foi procreado por um pae syphilitico é uma verdade que descança sobre os dados da physiologia, e sobre factos liem observados. Fica portanto provado que a syphilis paterna se transmitte ao producto da concepção; agora vejamos a< sua influencia sobre a marcha da prenhez. A syphilis adquirida por herança paterna não parece influir senão ra- ramente sobre a marcha da prenhez. Aqui o aborto ou o parto prematuro parece não ser tão freqüente como quando a syphilis é de origem materna, e quasi sempre o menino vem de termo, apresentando os signaes da verola semanas depois do nascimento v algumas vezes logo após a sua vida intra-uterina. Esta opinião tem seu fundo de razão nestas palavras do illustre Dévil- liers: Nós faremos notar que a faculdade de procrear é completamente distineta da do desenvolvimento, e que esta ultima é toda relativa; com effeito se um homem collocado nas condições que acima mencionamos iesgotado pelos excessos, moléstias, idade, etc.) tem podido fecundar uma mulher robusta e bem disposta, uma vez o influxo levado pelo homem, a evolução do producto ficara d'ora em diante quasi toda inteira sob a in- fluencia do gráo de vitalidade da mulher; é pois provável que a influencia do pae como causa de aborto é ao menos mui reslricta. A questão levada ao aborto syphilitico eu creio nesta maneira de pensar do illustre parteiro; pois que na infecção do feto por transmissão paterna um só dos elemen- tos de formação—o esperma levou a alteração ou o principio mórbido: co-m- prehende-se neste caso que a boa constituição da mulher encarregada do — i3 — desenvolvimento pôde corrigir este vicio e o producto completar a sua evo- lução; ao passfr que quando a infecção é de origem materna o principio mórbido ou a aheração ê levada no ovhIo, mas ainda nos elementos de nutrição do feto. De maneira que neste ultimo caso a alteração é profun- da, tem sido levada a todas as moléculas do novo ser, e então é mais íacil, é mais provável a suspensão da evolução. E ainda quando este organismo em miniatura ou em germen fosse in- tacto em seus elementos de formação, estes princípios serião contamina- dos por sua vez pelos de nutrição, e ainda em tal caso o desenvolvimento seria facilmente sustentado: é o caso em que a mãe é infectada depois da concepção. Eis agora um grande pathologista allemão confirmando esta opinião, ê Niemeyer: « Si donc Ia syphilis constitutionnelle de Ia mère exerce une influence tellement pernicieuse sur le fcetus, que beaucoup d'enfants de mères syphilitiques meurcnt déja avant on pendant Ia naissance, on com- prend que Ia plupart des cas de syphilis congenitale qui tombent sous 1'observation clinique ei deviennent 1'objet d'une traitemanl medicai con- cernent des enfants originaires d'une père syphilitique. » Ê então que teremos occasião de observar mais freqüentemente este grupo de manifestações do lado da pelle chamado syphilidcs, que aqui revestem ordinariamente o caracter humido, como a bolha, a pústula, a ulcera, etc, do lado das mucosas, as placas mucosas na entrada dos ori- fícios naturaes, e ainda na pelle da dobra da verilha, da curva da perna e até no tronco, etc; na bocca e no ânus rachas ou fendas e ulcerações, etc. Um dos primeiros signaes da syphilis congênita é um coriza rebelde que suffbca o menino e lhe impede a sucção, e que em um estado mais adiantado deixa sahir algumas gottas de sangue, depois um escoamento sanioso e emfim apparecem ulcerações nas azas do nariz, que se cobrem de crostas. Nos casos mais graves os ossos do nariz se alterão, são atacados de carie e denecrose, achatão-se, e o nariz perde a fôrma natural dando ao sem- blante um aspecto desagradável. Um caracter muito valioso, e que segundo Trours3au éum signal bastante para o diagnostico, é esta cor bistrea es- pecial do semblante que elle assignala, e que não é comparável segundo elle a côr das outras cachexias. No segundo caso de syphilis infantil que tivemos occasião de observar c que referimos na segunda parte d'esta these, uma das couzas que muito nos impressionarão, foi a physionomia — 14 — particular do indivíduo, e Trousseau comparando-a á uma ligeira tintura de borra de café tem habilmente desenhado a face do infante syphilitico. Tem-se dito ainda que o aspecto geral do menino é o de um pequeno velho, que sua pelle enrugada é de uma côr avermelhada em certos pontos. O temor de excedermos muito os limites do ponto, nos impede de des- cermos a outras particularidades. Os differentes períodos da syphilis são ainda aqui mais ou menos trans- missíveis ao producto procreado segundo que elles são menos ou mais adiantados; porém ainda a transmissão é possível em um homem que se julga curado, e o que demonstra que o poder do vírus não se extinguio n'elle, é a procreação em taes cucumstancias de meninos syphiliticos; poder esse que pôde ceder a um tratamento mercurial bem regulado. Esta medicação também deve ser empregada em uma mulher fecundada por um syphilitico, não só para a cura do feto, como também para impedir que a moléstia se transmitia a ella; porém muitas restricções devem ser estabe- lecidas n'este caso. TERCEIRA PARTE. Transmissão da syphilis de ambos os progenitores ao mesmo tempo*—Sua influencia sobre a marcha da prenhez. Pode acontecer, como tem se observado muitas vezes, que ambos os progenitores estejão sob a influencia da syphilis: a infecção verolica do feto é em taes condicções quasi necessária, ou antes como diz Follin, é muito provável. Esta acção combinada de ambos os pães não pode ser negada, pois se admitte para cada um delles separadamente. 0 que a prova experimentalmente são os casos em que uma mesma mulher syphilitica dava a luz a meninos sãos ou verolados segundo que erão procreados por um pai indemne ou syphilitico como os dous factos referidos por Simon; são ainda os casos em qne o pae sendo syphilitico e a mulher não, o menino vem ao mundo sem a enfermidade paterna, ao passo que se ambos os progenitores são sofTredores os filhos são infecta- 15 — dos, como os quatro últimos factos referidos na memória do Dr. Noíí- com o fim de provar a não influencia da syphilis paterna; porém que *rí servem para estabelecer a acção combinada de ambos mais poderosa do que quando só üm delles é verolado. Quanto a influencia da syphilis sobre a prenhez, neste caso mais do que em outro qualquer, ella é perigosa e provável; porém isto ainda v subordinado a phase de accidentes syphiliticos em que se achão os pro- genitores. Assim se ambos estão em plena phase de accidentes secundá- rios o perigo é imminente; a vida do feto é ameaçada, pois o vírus se acha em toda sua força; a transmissão é quasi fatal. Se porém os pães apenas tem, na expressão de Diday, reminiscencias tercearias vagas c apagadas, a infecção não é tão provável, consequente- mente o perigo para a prenhez é muito menor e problemático. Nada ha de invariável e absoluto nestes princípios e concluiremos dizendo com Trousseau: « L'heridité de Ia syphilis est, comme toutes les autres, soumises à telles exeeptions, quil fout être sobre de partis pris, et se rappeler qu'en fait de transmissions héréditaires on doit tout crain- dre et qua foceasion on peut tout espérer. » Eis a syphilis em suas relações com o casamento; eis as conseqüências da vida do celibatario incauto e apaixonado, e do casado insensato e louco. Eis a grande influencia que tem a moralidade de um pae sobre o destino de um filho, dando-lhe com os traços de seu semblante e as suas incli- nações as misérias de seu corpo e de sua organisaeão, dando-lhe com o principio da vida um principio de morte. A moral dictando ao homem o serva te ipsum, vem pedir as provas á medicina que lhe diz porque além da tua vida, conservarás a tua prole. E tu, homem da carne, com os lábios manchados da lascívia, não ouzes macular com teu contacto a terna esposa, que dormindo sonha com o doce nome de mãe. Estudamos, meditamos e escrevemos. Se neste trabalho por certo superior as nossas forças perdemos o fio da verdade e seguimos o do erro, ainda é tempo nesta ultima prova, illustrados mestres, de receber- mos de vós os vossos sábios conselhos. SECÇÃO MEDICA. Do emprego da sangria na congestão e apoplexia do cérebro. PROPOSIÇÕES. I.—Se a sangria na congestão e apoplexia do cérebro tem perdido mui- to de seu valor com as idéias modernas, nem por isso deixa ella de ser empregada em alguns casos com felizes resultados. II.—É segundo as differentes causas que tem produzido a congestão que nós podemos estabelecer as indicações e contra indicações da san- gria em tal moléstia. III.—Se a congestão reconhece por causas o abuso prolongado dos al- coólicos ou de substancias narcóticas, a sangria é contra indicada. IV.—Ainda devemos abster de sangrar na congestão produzida por uma longa contensão do espirito. V.—Sc a congestão depende da acção muito forte do coração unida a uma diminuição de resistência dos vasos cerebraes, devemos empregar a sangria se accidentes perigosos parecem imminentes. VI.—Na congestão conseqüente a um retrocesso de fluxo menstrual ou hemorrhoidal, a applicação de ventosas escarificadas na face interna das coixas, e de sanguesugas no collo do utero no primeiro caso, e no ânus no segundo é bem indicada. VII.—Se uma fluxão collateral para o cérebro é a causa da congestão, devemos recorrer a sangria quando apezar do emprego de outros meios aprescntão-se phenomenos de depressão cerebral e outros accidentes perigosos. VIII.—Nas congestões por êxtase sangüínea, produzidas pela compres- - 18 — são das veias jugulares ou da veia cava, assim como nas que se desen- volvem no curso das moléstias do coração e do pulmão, o emprego da san- gria e de sanguesugas nas apophyses mastoides é bem indicado se outros meios não dão resultado. IX.—Nas que se desenvolvem em conseqüência de uma refeição ex- cessiva, devemos prescrever a sangria como um meio capaz de obstar uma apoplexia imminente. X.—Na apoplexia do cérebro durante o insulto apopletico, só devemos indicar a sangria, quando é forte a impulsão do coração, o pulso regular e os ruídos cardíacos são claros e distinetos, e se não ha um começo de edema pulmonar. XI.—Ao contrario ella é contra-indicada quando o coração bate fraca- mente, o pulso é irregular e estertores tracheaes se apresentão. XII.—Depois do insulto apopletico a sangria é inútil e perigosa, e so- mente deve ser feita uma applicação de sanguesugas se os symptomas. inflammatorios são mui intensos. SECÇÃO CIRÚRGICA. Tractamento da hérnia estrangulada. PROPOSIÇÕES. I.—Duas são as espécies de meios empregados no tractamento da hér- nia estrangulada, meios médicos e nií-ios cirúrgicos. II.—Entre os primeiros contamos: A sangria, os purgativos, os clysle- res de fumo, os banhos, os refrigerantes, a belladona, o ópio a estrichy- nina e o café. III.—Entre os segundos os mais empregados são: A taxis e o desbrida- mento ou kelotomia ou ainda herniotomia. IV.—Pouca confiança merecem os meios médicos; somente em casos cxcepcionaes elles devem ser empregados e só em taes casos elles tem dado resultado. V.—Fm desesois casos 0'B^irn tem tirado resultado do emprego de uma sonda introduzida no reelo. Vi.—A taxis é o m lis bello recurso que possuo a sciencia contra o es- trangulamento herniaiio, e a que deve recorrer o cirurgião o mais cedo possível. VII. —Muito importa o conhecimento da idade do estrangulamento, do volume da hérnia, e da intensidade de seus svmptomas para o desidera- tum de seu emprego. VI!I.—Em geral ella é tanto mais bem indicada, quanto mais recente v o estrangulamento. IX.—Se a antigüidade do estrangulamento contra-indica a taxis, ou i — 20 — quando o seu emprego tem sido infructuoso, a kelotomia deve ser empre- gada. X.—O processo do desbridamento múltiplo é o melhor e a operação sem abertura do sacco tem suas vantagens em casos particulares XI.—Grande influencia tem sobre os seus resultados a epocha do es- trangulamento em que ella foi praticada. XII.—As tentativas da taxis, mui repetidas e immoderadas podem con- tribuir muito para o insuccesso da operação. SECÇÃO ACCESSORIA. I\)de-se em um caso mcdico-legal determinar se houve aborto ou não? PROPOSIÇÕES. I.—Em um caso medico-legal aborto é a expulsão prematura e pro- vocada do producto da concepção em uma epocha ainda não viável, com fins criminosos. II.—Em um caso medico-legal parto prematuro provocado deve ser cousa distincta de aborto. III.—O exame do producto da concepção não é indispensável para determinar-se se houve aborto ou não. IV.—O exame do producto da concepção muito esclarece a questão quando elle pode ser feito, apesar de não ser indispenavel. V.—Se uma mulher pejada tem occultado a sua prenhez, se ella volun- tariamente se tem entregado a exforços violentos incompatíveis com o seu estado, se tem feito uso de sangrias intempestivas e repetidas, e de sanguesugas em grande numero em circumstancias que as contra-indi- cavam, e de outros meios reputados abortivos e que pelo exame dos órgãos da geração se encontram os signaes de deleiramento, podemos dizer com probabilidade que houve aborto. Vi.—Quando encontrarmos no collo do utero e na vagina feridas, taes como picadas, perfurações e dilacerações e lesões análogas no feto, quando este pode ser examinado, podemos affirmar que houve aborto. VII.—Grande importância tem para a verificação do aborto as echymoses e contusões encontradas no corpo da mulher e do producto procreado. VIII.—Quando as lesões tem attingido proporções consideráveis de ___ 9v>___ modo a encontrarmos o utero revirado, puchado para fora, arrancado em parte ou em totalidade, trapos da vagina, do peritonêo e intestinos, pode- mos dizer que houve aborto, dada a hypotheseda prenhez. IX.—Se restos de um feto em parte dilacerados são achados no interior do utero, é prova irrefragavel de violências abortivas. X.—Se no utero for encontrado o ovo com as membranas mais ou menos abertas, e estas descolladas em uma extensão mais ou menos considerável, achando-se o collo fracamente dilactado, é evidente a introducção de um agente mecânico e consequentemente a tentativa de aborto. XI.—Se o aborto teve lugar nos dous primeiros mezes da prenhez e o medico é chamado para verifical-o dias depois do acontecimento, grandes são as difíiculdades com que elle depara, e as vezes lhe é impossível uma affirmaliva. XII.—Se o aborto tem sido provocado por uma corrente electrica ap- plicada ao ventre, e a mulher occulta uma semelhante circumstancia, é impossível a verificação do aborto, ÜYPPOCRATIS APIIORISMI. I. Vita brevis, ars longa, occasio praeceps, experiência follax, judicium difficile. (Sect. l.a Aph. I.oj II. Mulieri in utero gerenti, si mamai ex improviso graciles fiant, abortit. (Sect. 3.* Aph. 37.) III. Mulier in utero gerens, sectà avená, abortit, et magis, si major fuerit foctus. (Sect. 5.» Aph. 31.) IV. Solvere apoplexiam vehementem quidem, impossibile debilem vero non facile. (Sect. 3.a Aph. 42.) V. Apoplectici autem fiunt maximè, retate ab anno quadragesimo usque ad sexagesimum. (Sect. G.a Aph. 57.) VI. Ab ileo vomitus, aut singultus, aut convulsa), aut delirium malum. (Sect. 7.a Aph. 10.) UAUIA.-Tvpographia de J. G. Touriuho—Í870. Metneétò/a a ^omm^So g&evàola. /%a4/a e %cu/c/ac/e c/e ^ec/tctna em ítp a*e S>/goáfo c/e /éfc Í2V. ICchccha/o ê^m/o. Sa/à con/õtme t/J S